Indicadores simples antes e depois da troca de ferramenta
Poucos números honestos para saber se o sistema melhorou a operação: horas, reenvios, perguntas do viajante e adesão do time.
Sem baseline, toda ferramenta “parece melhor” no entusiasmo da novidade. Com quatro indicadores, a conversa fica adulta.
O placar mínimo
| Indicador | Como coletar | Melhora parece assim |
|---|---|---|
| Horas por viagem típica | Diário simples do agente | Cai sem cair qualidade |
| Reenvios de arquivo | Contagem honestamente | Cai |
| Perguntas “cadê o X?” do viajante | Marcar no chat | Cai |
| % de viagens só no método novo | Contagem semanal | Sobe |
Não invente ROI de brochure. Use os seus números.
Regras para não trapacear a si mesmo
- Compare o mesmo perfil de viagem (casal lazer com voo+hotel, por exemplo).
- Inclua o tempo de “jeitinho” paralelo (Canva “só dessa vez”).
- Separe curva de aprendizado (semana 1) de regime (semana 3+).
Conclusão
Troca de sistema é investimento operacional. Trate como tal: meça pouco, meça certo, decida com evidência. Se os quatro indicadores não se mexem, o problema pode ser adoção ou produto, não “falta de fé”.
Perguntas frequentes
- Preciso de BI para isso?
- Não. Planilha semanal com quatro linhas já mostra tendência.
- Quanto tempo medir?
- Baseline de 2 semanas no método antigo e 2–4 semanas no novo, com o mesmo tipo de viagem.