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Decisão e troca

Simule o mês cheio na hora de avaliar preço

Como comparar mensalidade, créditos e assentos sem se iludir com o mês de trial. Uma conta simples para o alto temporada da sua agência.

Na demo, quase todo mundo olha a mensalidade de entrada. Comprador experiente olha outra coisa: o que eu pago no meu pior (ou melhor) mês de volume.

Três linhas na planilha de decisão

Use números da sua operação, não os do vendedor.

LinhaO que preencherExemplo de leitura
AMensalidade base / assentosCusto fixo do time
BVariável por viajante ou viagem (se houver)Estoura no alto temporada
CA + B no mês mais cheio do anoComparável entre fornecedores

Se o fornecedor não deixa simular B com clareza, você não tem preço: tem surpresa.

O erro clássico do mês de teste

No trial você monta duas viagens. O crédito “parece barato”. Em dezembro, com filas de famílias e grupos, a variável come a margem. Por isso a regra é simples: avalie no mês cheio, mesmo que o teste seja curto.

O que comparar além do R$

  • O preço escala com time ou com sucesso comercial?
  • Há teto, pacote, ou “só mais um crédito”?
  • Mudar de plano no meio do ano é trivial ou punitivo?
  • O que está incluso na operação de roteiro e entrega (sem add-ons escondidos)?

Conclusão

Preço honesto aguenta a simulação do seu calendário real. Leve a tabela A/B/C para a conversa comercial. Se o fornecedor foge da conta do mês cheio, você já aprendeu o suficiente.

Perguntas frequentes

Por que o trial engana na comparação de preço?
Porque no trial você opera poucas viagens. O modelo só revela o custo real no mês em que você mais vende ou atende mais pax.
Assento e crédito são a mesma coisa?
Não. Assento escala com gente do time. Crédito por viajante escala com volume de clientes atendidos. O segundo pune crescimento de pax.